terça-feira, 13 de outubro de 2009

A Mãe, as Crianças e os Professores.

Ola! Tudo bem? Nesta semana repleta de comemorações onde em nosso País a igreja católica celebra o dia da padroeira do Brasil (Nossa Senhora de Aparecida), ressaltando a figura da mãe, da mãe de Jesus, comemoramos também o dia das crianças, as quais representam à esperança e o futuro e por fim nesta semana é comemorado o dia do professor, o símbolo do conhecimento, do saber e da dedicação, assim sugiro algumas reflexões sobre o que é a sabedoria, como saber ser e ter?

A figura da mãe, aquela que está sempre pronta a ajudar seus filhos, que transcende no amor e é capaz de amar mais seus filhos do que a si mesma, ela nos dá um verdadeiro exemplo do que é servir e viver para o outro, por que será que não temos esta capacidade geral de vivermos em verdadeira comunhão buscando o bem uns dos outros? Sabemos a resposta: a competição, o ciúme e a inveja.

A figura da criança nos oferece a seguinte reflexão:
“As crianças são, por natureza, voltadas para o coletivo, haja vista como fica impaciente uma criança sem companhia para brincar. Enquanto brinca, a criança descobre inúmeras possibilidades, desenvolve seus talentos, suas percepções, sua criatividade, aprende a ganhar e perder, a lucrar e a se frustrar, a tolerar, a comunicar-se, a seguir e respeitar um “líder” (alguma criança do grupo que conduz a brincadeira), a combinar regras e cuidar de cumpri-las, a ser líder algumas vezes e esforçar-se ao máximo para “comandar” satisfatoriamente outras crianças na brincadeira (equipe), e outra gama enorme de habilidades e competências que acabam por ficar adormecidas na memória”.

Conforme enfatizado acima o passar do tempo nos torna egoístas e mais uma vez verificamos que o excesso de competição, inveja e ciúme é que causam o adormecimento destas habilidades.

Nosso último momento de reflexão desta semana é a respeito da sabedoria, a figura do professor nos remete a este pensamento, sábio é aquele que ensina e sempre sabe tudo, ou é aquele que transmite seus conhecimentos na busca de aprender? Sábio é quem tem todas as respostas, ou quem vive em busca das respostas? Sábio é quem ensina a verdade ou quem aprende ensinando na busca das verdades e mistérios do saber?

É grande o desafio do saber ter e saber ser, damos muita importância para a inteligência, porém o inteligente necessariamente pode não ser o sábio, a sabedoria não tem inveja, ciúme e nem vive em competição com os outros na busca por ser o melhor, por outro lado a inteligência, muitas vezes nos traz a percepção de que somos melhores do que os outros e isso não é sabedoria é arrogância. Sábio é aquele que busca sua felicidade na felicidade dos outros, é aquele que constrói seu sorriso no sorriso dos outros e que busca suas vitórias e conquistas nas na realização das conquistas dos outros.

Pense nisso. Tenha uma ótima semana. Sucesso!

Prof. Engº Msc. José Fernando Fonseca.
www.josefernandofonseca.com.br

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

As Três Peneiras

Muitas vezes não nos damos conta do poder fantástico das palavras, elas podem construir e edificar, porém também podem destruir e marcar negativamente o dia e até a vida das pessoas.

Nesta semana, sugiro uma profunda reflexão sobre este tema, o que as fofocas e intrigas podem provocar dentro de nosso ambiente de trabalho? Lembrem-se a busca hoje é pelo trabalho em equipe e por um ambiente de trabalho encorajador e motivador e não nos motivamos com intrigas, fofocas e calúnias.

Verificamos que a competição a cada dia fica mais acirrada, e isso faz com que muitas pessoas se deixem levar pela inveja e ciúmes, já perceberam que tem gente que passa a vida toda insatisfeita, sempre quer o melhor, sempre quer o mais moderno e se esquece que muitas vezes o melhor é aquele nos atende, tem gente que deseja ter algo material só porque alguém também tem. Isso nada mais é que inveja e ciúmes e destrói a própria pessoa que passa pela vida num constante vazio em busca de si mesmo.
Como evitar intrigas e fofocas no trabalho?
Resposta: Utilize a técnica das três peneiras.
1) O que você tem a me dizer é verdade? Tem certeza que é um fato, algo que realmente ocorreu?
2) Você gostaria que falassem de você o que vai me dizer agora?
3) O que você tem a me dizer agregará valor para a empresa e melhorará o ambiente de trabalho?
Se o que você tem para falar não passar pelas três peneiras, isso significa que é algo errado que não deve ser contado, pois provavelmente se trata de uma inverdade. A aplicação deste teste faz com que as pessoas reflitam antes de falar. Não podem existir em uma empresa argumentos do tipo: - me disseram, - me falaram, - ouvi dizer e etc.
Em primeiro lugar devemos analisar que não podemos falar algo que nem se quer vimos acontecer.
Outro aspecto interessante é o de não fazer para o outro o que não gostaríamos que fizessem conosco, e o mais relevante é entender, qual é a nossa missão na empresa se não o desenvolvimento pessoal e profissional de cada um, assim temos que a cada dia nos aperfeiçoarmos na arte de edificar e não criar fofocas e intrigas.
Pense nisso. Tenha uma ótima semana. Sucesso!


Prof. Engº Msc. José Fernando Fonseca.
www.josefernandofonseca.com.br

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

A Clareza da Comunicação

Ola! Tudo bem? Nesta semana proponho a seguinte reflexão:

Será que temos clareza no processo de comunicação? Vocês já observaram o fato de que tudo o que entendemos nos interessa mais do que as coisas e assuntos que não entendemos? Pensando desta maneira faz sentido pensar que quanto mais claros forem os objetivos individuais e coletivos em nossa empresa melhor serão os resultados, não faz sentido?

Muitas vezes, nem queremos nos aprofundar em determinados assuntos, pois, por não entendê-los, não nos desperta o mínimo interesse e às vezes nos parece muito complexo e buscamos alternativas, se isso acontece com uma pessoa, provavelmente ela está perdendo a oportunidade de analisar e interpretar novas maneiras de percepção das coisas, isso significa falta de crescimento profissional em termos de visão global para tomadas de decisão.

Se este fato pode ser preocupante analisando individualmente imagine o desperdício de energia quando imaginamos que a falha de liderança pode provocar isso em uma área inteira dentro de uma organização, imaginando que a Missão de um administrador é “otimizar”, ou seja, utilizar os recursos de uma organização e aperfeiçoá-los, transformando insumos em produtos agregando valor e gerando riqueza, o relato anterior evidencia uma grande falha administrativa e gerencial que é a falta de competência para administrar a capacidade humana da empresa. Assim devemos estar atentos as seguintes perguntas:

Nas equipes de trabalho todos tem clareza sobre o que devem realizar em suas atividades?
Todos sabem da importância de seu trabalho e do valor que cada um tem dentro da área que atua e consequentemente dentro da organização?

Esta falta de clareza pode gerar medo e desconfiança entre os funcionários e entre funcionário e chefe?


Pense nisso. Tenha uma ótima semana. Sucesso!

Prof. Engº Msc. José Fernando Fonseca.
www.josefernandofonseca.com.br

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Qual é a sua Missão?

Nesta semana proponho uma analise sobre o conceito da Missão, sabemos que a Missão da empresa em linhas gerais, é a base para sua existência, assim como o objetivo de toda organização é o resultado, a Missão nada mais é que a estratégia de como atingir este resultado.
Desta maneira verificamos que o resultado vem com satisfação dos clientes, neste caso é importante entender o conceito de cliente interno e externo, pois a satisfação do cliente externo com o produto e ou o serviço recebido esta diretamente ligada na satisfação e a motivação de nossos clientes internos.

Digamos que após refletirmos sobre o conceito do que é a Missão, fica a seguinte pergunta:
Qual a nossa Missão?

Qual é o nosso papel dentro da organização?

O porquê eu estou aqui?
É muito triste quando verificamos que muitos acreditam que seu papel é apenas receber seu dinheiro no final do mês, aliás, a organização que ainda tem seus funcionários pensando desta forma esta fadada ao fracasso, é fundamental que as pessoas estejam conscientizadas de seu papel na organização e com isso possam ter perspectivas de seu crescimento e desenvolvimento profissional.

Esta conscientização é a Missão da liderança, ou seja, esse é o verdadeiro e fundamental papel da liderança.
“Hoje em dia não se avalia mais um bom gerente pela quantidade de pessoas que se reportam a ele, e sim pela sua capacidade em fazer cada funcionário a creditar em si mesmo.”
(Peter Drucker)
Pense nisso. Tenha uma ótima semana. Sucesso!
Prof. Engº Msc. José Fernando Fonseca.
www.josefernandofonseca.com.br

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Só um lembrete do Quintana

“A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.”
Desta forma, eu digo:

“Não deixe de fazer algo que gosta, devido à falta de tempo,
pois a única falta que terá será desse tempo que, infelizmente,
não voltará mais.”

Mário Quintana

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Desafios ou Problemas?

Nesta semana proponho uma analise a respeito de nossa postura perante os desafios, por que muitas pessoas não enxergam desafios como oportunidades de crescimento e sim como problemas, empecilhos da continuidade do processo.

Será que somos sinônimos de resolução de problemas, ou ao invés disso, somos vistos como causadores e fontes de problemas, é interessante perceber como alguns “chefes” são vistos como o próprio problema em pessoa, devido sua postura negativa e agressiva, enquanto outros são vistos como fonte de solução, pois estão sempre prontos a orientar e inspirar as pessoas na busca de soluções cotidianas.

O que devemos entender é que o poder não esta no problema e sim na solução, muitos chefes tem uma postura de reforçadores de problemas, não admitindo os erros de seus subordinados e sempre buscando culpados, esquecendo-se assim o essencial que é a resolução dos problemas, a valorização e respeito pelas pessoas de sua equipe.

“Tem gente que não percebe que viver reclamando só serve para piorar as coisas. Conheço pessoas que vivem para reclamar de tudo. Com uma visão extremamente negativa das coisas, essas pessoas só conseguem ver defeitos, erros, encontrar motivos para, cada vez mais, reclamar de tudo e de todos” (MARINS, Luís)

A resolução de todo e qualquer problema, se inicia em entendermos que os problemas agem como desafios, ou seja, os problemas são os despertadores do universo, assim entendermos que nosso trabalho é regido por desafios é fundamental, a diferença entre problema e desafio é apenas a maneira de como encaramos a situação, lembre-se o que importa não é o que acontece com as pessoas e sim como elas interpretam estes conhecimentos.

“Não confunda derrotas com fracassos nem vitórias com sucesso. Na vida de um campeão sempre haverá algumas derrotas, assim como na vida de um perdedor sempre haverá algumas vitórias. A diferença é que, enquanto os campeões crescem nas derrotas, os perdedores se acomodam nas vitórias” (SHINYASHIKI, Roberto)


Pense nisso. Tenha uma ótima semana. Sucesso!

Prof. Engº Msc. José Fernando Fonseca.
www.josefernandofonseca.com.br

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Independência

Ola tudo bem? Nesta semana onde comemoramos a data da Independência de nosso País em 07 de setembro, sugiro a reflexão a respeito do quão somos ou não independentes em nosso cotidiano e o porquê muitas vezes nos acostumamos e nos acomodamos perante as situações, lembre-se: “O homem é limitado pela capacidade acreditar em si mesmo” já dizia LEBRET.
Para nos ajudar nesta reflexão sugiro a leitura do texto a seguir:
“Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e não ver vista que não seja as janelas ao redor. E porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir todas as cortinas. E por que não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E à medida que se acostuma, se esquece do Sol, esquece do ar, esquece da amplidão ...” (MARINA COLASSANTI)
Após a leitura deste texto vem o seguinte questionamento:
Quais são os motivos que nos levam a entrar nestas rotinas e muitas vezes nos esquecermos da essência da vida, nós não trabalhamos por um salário e sim trabalhos para a construção de nosso ser, nós evoluímos e crescemos com nosso trabalho, temos a oportunidade a cada dia de aprender, crescer, mudar e influenciar as outras pessoas que estão a nossa volta em crescerem também. No entanto muitas pessoas assim como no texto acima perdem a visão desta essência e transformam seu trabalho, numa rotina onde se troca horas de trabalho apenas por um salário no final do mês, e neste caso “horas dolorosas”, pois a falta da percepção correta do que é trabalhar nos provoca esta sensação de que somos sugados e torturados em nosso trabalho, lembre-se é no trabalho que nos realizamos, assim fica minha pergunta:
Você é independente? È você mesmo que traça seu futuro e suas perspectivas ou será que já nos acomodamos e perdemos o nosso foco, ou seja, deixamos de acreditar em si próprios e passamos a valorizar em demasia as dificuldades subestimando nossa força e nos tornamos dependentes de um pensamento pequeno e conformista, limitando assim nossas perspectivas de vida.
De seu grito de independência e viva a cada instante como um milagre que jamais será repetido, aproveitando cada segundo como uma grande oportunidade em se lembrar do Sol, do Ar e da Amplidão.
Pense nisso. Tenha uma ótima semana. Sucesso!
Prof. Engº Msc. José Fernando Fonseca.
www.josefernandofonseca.com.br