segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Os Desafios das Mudanças


Nesta semana, quero reforçar a importância de estarmos preparados para as constantes mudanças nas organizações, pois vivemos a realidade da mudança constante, podemos afirmar que quem não muda morre, tanto na carreira profissional quanto no mundo corporativo. Muitas vezes as pessoas se tornam Carvalho, ou seja, ficam tão rígidas que impedem o crescimento da organização e o desenvolvimento de si próprias.
 
A primeira grande mudança é o fato de observarmos e admitirmos que atualmente temos no mercado de trabalho pessoas de quatro gerações as quais se comportam de maneira muito distinta, são elas: Tradicionais, Baby Boomers, Geração X e Geração Y.
 
Embora seja óbvia a necessidade da visão sistêmica macro para interpretar a globalidade, principalmente a geração baby boomer e a X, muitas vezes fica no operacional (tarefeiro). Para lidar com esta geração Y, é fundamental criar a cultura do elogio, onde não e elogia a pessoa e sim a tarefa, eles querem ter feed back constante, e gostam de trabalhar em times de alta performance sempre em constante desafio.
 
A diferença do mercado chinês, por exemplo, está na cultura eles nasceram para servir o outro e no ocidente esta geração esta nascendo para ser servida, enfrenta muita dificuldade de aceitar a rejeição e tem uma necessidade enorme de queimar etapas (carreira meteórica).
 
O desafio da gestão moderna é criar um ambiente que possibilite crescimento e apoio na carreira constantemente, sempre com novos desafios s serem alcançados, desta maneira a saída é uma gestão que incentive o desenvolvimento horizontal e criando desafios constantes não associados a cargos verticais e sim na horizontalidade.
 
O gestor atual tem a enorme responsabilidade de dar suporte emocional, pois esta geração Y quer aprender com mentores e que pratiquem o que sabem. Desta maneira, alinhar o que se fala com o que se faz, ou seja, ser coerente com seus discursos é a característica VITAL para a liderança das organizações na atualidade.
 
Proatividade, iniciativa e trabalho em equipe (equipes de alta performance), são as bases para o desenvolvimento organizacional, com o foco constante nas reuniões de melhorias continuas que agreguem valor e o desenvolvimento de toda a empresa e não de um setor específico ou de uma posição no organograma, estas postura individualistas podem destruir o ambiente organizacional.
 
Nós podemos escolher nosso comportamento como escolhemos nossa roupa, podemos escolher alimentar ou em invejar alguém, no entanto, necessitamos sermos atraentes, pois pessoas atraentes geram negócios. O grande desafio é o equilíbrio entre os papeis: Profissional; Educacional; Familiar; Afetivo e Emocional; Social; Religioso (espiritual) e Individual.
 
Pense nisso. Tenha uma ótima semana. Sucesso!
Prof. Engº Msc. José Fernando Fonseca.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

A clareza da comunicação


Ola! Tudo bem? Nesta semana proponho a seguinte reflexão:
Será que temos clareza no processo de comunicação? Vocês já observaram o fato de que tudo o que entendemos nos interessa mais do que as coisas e assuntos que não entendemos? Pensando desta maneira faz sentido pensar que quanto mais claros forem os objetivos individuais e coletivos em nossa empresa melhor serão os resultados, não faz sentido?
 
Muitas vezes, nem queremos nos aprofundar em determinados assuntos, pois, por não entendê-los, não nos desperta o mínimo interesse e às vezes nos parece muito complexo e buscamos alternativas, porém quando isso acontece com uma pessoa, provavelmente ela está perdendo a oportunidade de analisar e interpretar novas maneiras de percepção das coisas, isso significa falta de crescimento profissional em termos de visão global para tomadas de decisão, desta maneira podemos visualizar o impacto negativo que a falta de comunicação clara pode gerar dentro de uma equipe de trabalho, imagine o desperdício de energia.
 
Analisando a posição individual de cada componente de uma organização, esta falta de clareza com certeza irá atrapalhar o atendimento dos objetivos de crescimento pessoal e profissional, bem como poderá gerar dentro do ambiente de trabalho um clima ruim, com possíveis atritos e conflitos, por pura falta de entendimento e clareza dos objetivos de cada um.
 
Outro aspecto fundamental para o bom ambiente de trabalho é o entendimento coletivo da importância que cada membro da equipe de trabalho tem ao outro dentro do contexto organização.
 
Assim devemos estar atentos as seguintes perguntas:
 
Nas equipes de trabalho todos tem clareza sobre o que devem realizar em suas atividades?
Todos sabem da importância de seu trabalho e do valor que cada um tem dentro da área que atua e consequentemente dentro da organização?
Devemos ter muito cuidado, pois esta falta de clareza pode gerar medo e desconfiança entre os funcionários e entre funcionário e chefe e gerar uma competição entre as áreas da organização.
 
Pense nisso. Tenha uma ótima semana. Sucesso!
                                                                            
                                                                        Prof. Engº Msc.  José Fernando Fonseca.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Independência!


Ola tudo bem? Nesta semana onde comemoramos a data da Independência de nosso País em 07 de setembro, sugiro a reflexão a respeito do quão somos ou não independentes em nosso cotidiano e o porquê muitas vezes nos acostumamos e nos acomodamos perante as situações, lembre-se: “O homem é limitado pela capacidade acreditar em si mesmo” já dizia LEBRET.
Para nos ajudar nesta reflexão sugiro a leitura do texto a seguir:
“Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e não ver vista que não seja as janelas ao redor. E porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir todas as cortinas. E por que não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E à medida que se acostuma, se esquece do Sol, esquece do ar, esquece da amplidão ...” (MARINA COLASSANTI)
Após a leitura deste texto vem o seguinte questionamento:
Quais são os motivos que nos levam a entrar nestas rotinas e muitas vezes nos esquecermos da essência da vida? Nós não trabalhamos por um salário, e sim trabalhos para a construção de nosso ser, nós evoluímos e crescemos com nosso trabalho, temos a oportunidade a cada dia de aprender, crescer, mudar e influenciar as outras pessoas que estão a nossa volta em crescerem também. No entanto muitas pessoas assim como no texto acima perdem a visão desta essência e transformam seu trabalho, numa rotina onde se troca horas de trabalho apenas por um salário no final do mês, e neste caso “horas dolorosas”, pois a falta da percepção correta do que é trabalhar nos provoca esta sensação de que somos sugados e torturados em nosso trabalho, lembre-se é no trabalho que nos realizamos, assim fica minha pergunta:
Você é independente? È você mesmo que traça seu futuro e suas perspectivas ou será que já nos acomodamos e perdemos o nosso foco, ou seja, deixamos de acreditar em si próprios e passamos a valorizar em demasia as dificuldades subestimando nossa força e nos tornamos dependentes de um pensamento pequeno e conformista, limitando assim nossas perspectivas de vida?
De seu grito de independência e viva a cada instante como um milagre que jamais será repetido, aproveitando cada segundo como uma grande oportunidade em se lembrar do Sol, do Ar e da Amplidão.
Pense nisso. Tenha uma ótima semana. Sucesso!
                                                                            
                                                                       Prof. Engº Msc.  José Fernando Fonseca.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Aceite o brilho dos outros


Nesta semana, sugiro uma reflexão profunda sobre os relacionamentos e algumas posturas dentro das organizações, e a grande necessidade das lideranças em focar as pessoas no espírito de equipe e demonstrar que a vitória e o brilho da equipe devem e podem ser compartilhado entre todos, e que o mais importante é à força da equipe.
 
“A estrela Alfa da minha constelação, ou seja, a estrela que mais brilha dentro da minha equipe sou eu, não abro mão disso nunca, pois eu sei a hora de apagar meu brilho para ressaltar o brilho de todos da equipe”.
(Luis Felipe Scolari)
 
Essa citação nos alerta para o fato de que, a maioria das pessoas não esta acostumada a lidar com o sucesso e com o brilho que ele traz, pois muitos pensam apenas na vitória ou na derrota e esquecem que o mais importante é o aprendizado do caminho, por isso o líder é que tem que saber a hora de sair de cena e valorizar as pessoas, pois aceitar o brilho de quem está ao nosso lado nos faz buscar aprender, crescer e mudar sempre, a equipe existe exatamente para isso, para unir forças e para que juntos todos evoluam em suas habilidades.
Dentro deste tema recordo o conto da cobra e do vaga-lume, que diz que uma cobra incessantemente perseguiu um vaga-lume, até que o mesmo não resistindo acabou sendo apanhado, no entanto antes de ser abatido o vaga-lume parou e disse:
 
- Posso lhe fazer três perguntas?
- Pode – respondeu a cobra.
- Por acaso faço parte de sua cadeia alimentar?
- Não.
- Já te fiz alguma coisa?
- não.
- Então por que você quer tanto me comer?
- Porque não suporto ver você brilhar – foi a resposta da cobra.
 
Este pequeno conto nos mostra que a liderança realmente tem que estar atenta, pois há pessoas que só pensam em destruir o que foi construído com esforço e dedicação, muitos ainda acreditam na teoria do “perde & ganha”, ou seja, pensam que para crescer tem que derrubar alguém, muitos ainda querem fazer da cabeça do companheiro de trabalho o degrau para subir na carreira, e não se dão conta que vivemos a era do trabalho em equipe e da teoria do “ganha & ganha”, na busca de um ambiente de trabalho com harmonia e motivação, onde todos possam buscar desenvolvimento, pessoal e profissional.
Pense nisso. Tenha uma ótima semana. Sucesso!
                                                                            
 
 Prof. Engº Msc.  José Fernando Fonseca.
 www.josefernandofonseca.com.br

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Ponto de Vista


Nesta semana, quero reforçar nossa reflexão sobre a maneira que encaramos nossa vida e as ocorrências do cotidiano, assim sugiro uma profunda reflexão sobre a questão do ponto de vista de cada indivíduo e de cada organização. Por que os problemas em alguns casos destroem pessoas e até organizações enquanto os mesmos problemas, ocorrências para outros são motivo de retomada, redirecionamento e mudança de rumo, e assim ao invés de destruir são verdadeiros propulsores de energia que alavancam o crescimento e a mudança com o posterior e conseqüente sucesso.
 
Será que estamos preparados para encarar as situações como oportunidades de crescimento? Ou a fraca auto-estima já nos faz desacreditar de resultados mesmo antes de se pensar em saídas para o tal anunciado “problema”? O que são as oportunidades em nossas vidas se não as portas que nos são oferecidas em nossa trajetória, porém alguns não vão até a porta, por medo, ou comodismo e quando vêem o concorrente na mesma, gritam: “Sai daí fominha era eu quem iria”? É você quem iria? Devemos prestar muita atenção neste detalhe, muitas pessoas sabem tudo sobre o que fazer, porém não desenvolvem o como fazer. O pensamento que proponho abaixo nos remete a uma reflexão a este respeito:
 
“Se você abre uma porta, você pode entrar ou não em uma nova sala. Você pode não entrar e ficar observando a vida. Mas se você vence a dúvida, o medo , e entra, dá um grande passo: nesta sala vive-se. Mas, também, tem um preço... São inúmeras as outras portas que você descobre. Às vezes quebra-se a cara, às vezes curtem-se mil e uma. O grande segredo é saber quando e qual porta deve ser aberta. A vida não é rigorosa. Ela propicia erros e acertos. Os erros podem ser transformados em acertos quando com eles se aprende. Não existe a segurança do acerto eterno. A vida é generosa. A cada sala que se vive, descobrem-se tantas outras portas. E a vida enriquece quem se arrisca a abrir novas portas. Ela privilegia quem descobre seus segredos e generosamente oferece afortunadas portas. Mas a vida também pode ser dura e severa. Se você não ultrapassar a porta, terá sempre a mesma porta pela frente. E a repetição perante a criação; é a monotonia monocromática perante a multiplicidade das cores; é a estagnação da vida ... Para a vida, as portas não são obstáculos, más diferentes passagens...”
 
(Içami Tiba)
 
Pense nisso. Tenha uma ótima semana. Sucesso!
                                                                            
                                                                   Prof. Engº Msc.  José Fernando Fonseca.
 
 

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

O Poder do Entusiasmo


Nesta semana, sugiro que façamos uma reflexão sobre a importância se nossa valorização pessoal, ou seja, o quanto nós acreditamos e valorizamos a nós mesmos, o poder do entusiasmo no ambiente de trabalho, bem como os benefícios para cada um individualmente e para toda a equipe de trabalho.
 
As regras e procedimentos são importantes, porém não existe uma solução mágica se não houver comprometimento e vontade de mudança, o entusiasmo a respeito de nosso trabalho é que nos move e faz com que possamos transmitir toda nossa energia e o nosso brilho, assim é fundamental que sejamos entusiasmados por nosso trabalho. Nós somos o que nós fazemos! Pense nisso. Completo esta reflexão com uma citação de Eduardo Coelho em seu livro: O sucesso em Vendas – Nada de teoria, tudo na prática.
 
“As regras não dão, sempre, uma garantia de êxito, mas indicam o caminho de maior probabilidade de concluir a venda... Nenhuma regra é chave de ouro para o sucesso, nem resolve todos os casos, mas se existe uma que é super importante e às vezes nos dá a impressão que vende sozinha, este é, AJA COM ENTUSIASMO”.
 
A palavra entusiasmo significa ter Deus dentro de si, assim como comenta o autor é fundamental no processo de venda, porém não nos esqueçamos que todos nós somos dia a dia vendedores de nossa imagem. Desta maneira destacamos algumas das principais caracteríticas que nos ajudam a focar e manter nosso entusiasmo:
 
*      Autoconhecimento, o medo é o sentimento mais limitante que existe, e, se quisermos nos desenvolver como profissionais e seres humanos, precisamos reconhece-los e supera-los. Parafraseando o técnico de futebol Vanderlei Luxemburgo: “O medo de perder, tira a vontade de vencer”.
*      Adpatabilidade, capacidade em estar apto a realização das tarefas e suprir as exigências do mercado de trabalho, assim se busca profissionais que sabem o que querem e se desenvolvem no constante processo do aprender, crescer e mudar dentro do contexto da necessidade do trabalho em equipe.
*      Resiliência, derivada da Física, ela significa a propriedade que alguns materiais têm de acumular energia quando submetidos a um grande esforço, voltando ao seu estado original sem qualquer deformação. Esta característica é fundamental pois no mundo atual o profisional tem que se adaptar ao trabalho sobre pressão a cada dia com prazos mais curtos. Neste ponto se destaca a importância da Inteligência Emocional, ou seja, a capacidade de agir com a razão e não com a emoção.
*      Aprendizado Contínuo, essa é a base do desenvolvimento de toda e qualquer organização , a necessidade da melhoria contínua. “Ou estamos verdes e crescendo ou maduros e aprodrecendo” (James Hunter).
*      Boa comunicação, o processo de comunicação mudou! Se eu falei e você nao entendeu, o errado sou eu, pois não importa o que eu falo e sim como as pessoas entendem e interpretam o que eu falei.
 
Pense nisso. Tenha uma ótima semana. Sucesso!


Prof. Engº Msc.  José Fernando Fonseca.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Foco nos detalhes!


Nesta semana, que iniciamos o oitavo mês do ano de 2011, sugiro que façamos uma reflexão sobre nossa capacidade de visualizar o todo e muitas vezes a nossa falta de capacidade de valorizar os pequenos detalhes e focar apenas nas evidências mais aparentes. Muitas vezes nos esquecemos que a base da qualidade está presente em todas as ações cotidianas, ou seja, está nos pequenos detalhes.
 
A algum tempo atrás ouvi durante uma palestra do navegador Amyr klink uma reflexão muito interessante a respeito do perigo das pequenas ondas. Klink naquele dia me ensinou algo muito valioso na questão da excelência, pois ele não é um mero aventureiro “maluco”, é verdade que ele já passou meses navegando entre geleiras no polo norte literalmente cravado no gelo, no entanto antes de sua partida a bordo do Parati II, ele tem uma nos demonstrou uma capacidade fantástica em planejar, organizar e estruturar todas as ações do roteiro já prevendo os possíveis problemas à serem enfrentados.
 
Sua reflexão a respeito dos desafios e da gestão da navegação foi a seguinte:
 
“O grande erro na navegação é de se prestar atenção apenas nas grandes ondas, pois o que faz com que o navegador, se desvie de sua rota ou até provoque avarias no barco são as pequenas ondas, pois, elas vão batendo no casco bem devagar e acabam afetando de maneira silenciosa.”
 
Se transportarmos esta reflexão para dentro das organizações, verificamos que muitas vezes são estas pequenas ondas que interferem nos objetivos da empresa, ou seja, nos resultados na organização.
 
As pequenas ondas podem ser:
 
*      O desperdício de tempo pela falta de um planejamento;
*      Falhas na realização das atividades e a necessidade de refazê-las pela falta de um fluxo das atividades a serem realizadas;
*      O desperdício de papel nas impressoras, e etc.
 
Em resumo elas são representadas pela não utilização adequada dos recursos, atrapalhando o processo de otimização da empresa, pois OTIMIZAR é atingir o melhor desempenho com o menor custo. Não nos esqueçamos que este conceito está diretamente ligado a cada um de nós com a gestão de nossa organização individual, a nossa VOCÊ S.A.
 
Nossa qualidade profissional e pessoal está nos pequenos detalhes.
 
Pense nisso. Tenha uma ótima semana. Sucesso!


Prof. Engº Msc.  José Fernando Fonseca.