quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Eu reconheço as pessoas como verdadeiramente elas são?

Ola! Tudo bem com vocês? Nesta quarta feira de cinzas, o que para muito é o primeiro dia do ano em nosso país, pois é comum ouvirmos: “O ano só começa depois do carnaval, ou o Brasil só engrena depois do carnaval”, venho propor uma reflexão a respeito dos julgamentos e tomadas de decisões por aparências e fachadas, estamos na época propícia para falarmos de máscaras.

É comum no cotidiano das empresas e muitas vezes em nossas relações sociais, as pessoas não se mostrarem, por vários motivos, muitos que estão em nossa equipe de trabalho, por exemplo, as vezes não concordam das decisões no entanto não se opõem, lembrem-se o ser humano tem um grande medo de se expor.

Semana passada eu tive o privilégio de receber um texto de um amigo e ex-aluno do site www.reflexao.com.br que me fez pensar sobre este tema, este texto conta a história de um príncipe sucessor de um trono, o qual procura o mestre para ter o segredo de ser um grande administrador, ou seja, grande líder, assim o mestre pediu que ele fosse para uma floresta, e não retornasse antes de um ano e na volta relatasse todos os sons que ele teria conseguido ouvir. Desta maneira foi feito, um ano após o príncipe retornou e descreveu o som do canto dos cucos, o roçar das folhas, o alvoroço dos beija-flores, o zumbido das abelhas entre outros, quando terminou o mestre o enviou de volta a floresta para ouvir tudo mais o que fosse possível, e por longos dias e noites ele não conseguia escutar nada de diferente do que já havia escutado, até que em uma manhã ele começou a discernir sons vagos, diferentes de tudo que ouvira antes e quanto mais atenção prestava mais nítido se tornavam os sons. No seu retorno ele disse ao mestre que ouviu o inaudível, o som das flores se abrindo, do sol aquecendo a terra e da grama bebendo o orvalho da manhã, ao ouvir suas palavras o mestre aprovou e disse: ouvir o inaudível é ter a disciplina necessária para se tornar um grande administrador (líder), pois só quando se aprende ouvir o coração das pessoas, seus sentimentos mudos, os medos não confessados e as queixas silenciosas, um administrador (líder) pode expirar confiança a seu povo, entender o que está erradoe atender as reais necessidades das pessoas.

Será que em nossas relações pessoais nós nos atentamos para importância do outro nesta relação? Por que muitas vezes nós pensamos apenas em nós mesmos? Com certeza esta falta de habilidade é que diferenciam as administrações das relações e conseqüentemente das organizações, determinando o sucesso para alguns e o fracasso para outros.

“Aquele dentre vós que quiser ser o líder tem que ser, antes, o servidor. Se quiser liderar, você tem que servir.” (Jesus Cristo)

Pense nisso. Tenha uma ótima semana. Sucesso!

Prof. Engº Msc. José Fernando Fonseca.
www.josefernandofonseca.com.br

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

O IMPORTANTE É O FOCO

Um paciente vai num consultório e diz pro psiquiatra:
- Toda vez que estou na cama, acho que tem alguém embaixo. Aí eu
vou embaixo da cama e acho que tem alguém em cima. Pra baixo, pra
cima, pra baixo, pra cima.

- Estou ficando maluco!
- Deixe-me tratar de você durante dois anos. Venha três vezes por
semana, e eu curo este problema - diz o psiquiatra.
- E quanto o senhor cobra? - pergunta o paciente.
- R$ 120,00 por sessão - responde o psiquiatra.
- Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito.
Passados seis meses, eles se encontram na rua.
- Por que você não me procurou mais? - pergunta o psiquiatra.
- A 120 paus a consulta, três vezes por semana, dois anos = R$
37.440,00, ia ficar caro demais, ai um sujeito num bar me curou por
10 reais.
- Ah é? Como? - pergunta o psiquiatra.
O sujeito responde:
- Por R$ 10,00 ele cortou os pés da cama...
Muitas vezes o problema é sério, mas a solução pode ser muito
simples...
HÁ GRANDE DIFERENÇA ENTRE FOCO NO PROBLEMA
E FOCO NA SOLUÇÃO...

Foque uma solução ao invés de ficar pensando no problema.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Equilíbrio!

Ola! Tudo bem? Nesta semana em nosso país vive a expectativa da maior festa popular nacional, ou seja, o Carnaval fica a sugestão de refletirmos sobre o equilíbrio em nossa vida pessoal, já pararam para pensar que o carnaval que é sinônimo de alegria e de folia, muitas vezes é mal interpretado e alguns confundem como uma época em que se pode de tudo?

Pois bem segue a sugestão para reflexão: “Equilíbrio”, hoje em dia a grande busca tanto no mercado de trabalho, quanto em nossa vida pessoal é o equilíbrio, ou seja, o discernimento para que possamos tomar decisões e fazer nossas escolhas de maneira sensata, objetiva e correta. Analisando a postura da sociedade em geral, podemos dizer que algumas pessoas “se acham” enquanto algumas “se escondem”.

Pensando nesta perspectiva, acredito que este é o grande segredo de nosso equilíbrio pessoal e de todo desenvolvimento de nosso relacionamento, algumas pessoas se analisam como boas de mais para aprender algo e se julgam soberanas, ou seja, senhores de si, muita gente confunde autoconfiança com arrogância, e este é um grande erro, pessoas arrogantes perdem a humildade e acreditam apenas no que elas dizem e pensam e com isso perdem a oportunidade de aprender, crescer e mudar.

Do outro lado desta gangorra, ou seja, desta falta de equilíbrio é comum encontrarmos pessoas, que realmente tem uma auto-estima muito baixa, e preferem viver a sombra a se arriscarem, literalmente se escondem, é triste ver quando alguém pensa menos sobre si mesmo, pesquisas mostram que muitas pessoas ficam fora do mercado de trabalho pela falta de confiança em si mesma.

Acredito que o segredo que buscamos é exatamente este equilíbrio, nem sermos soberanos e esnobes e nem sermos submissos e amedrontados, ninguém é tão bom que não tenha nada a aprender, alias sábio é aquele que percebe em cada um o seu valor e através das pessoas se constrói a cada dia, por outro lado ninguém é tão ruim que não tenha algo de maravilhoso dentro de si, é evidente que o medo de perder acaba tirando nossa vontade de vencer, a baixa auto-estima nos leva a acreditarmos que somos fracos e frágeis, lembrem todos nós somos filhos de Deus e Deus não faz lixo.

Pense nisso. Tenha uma ótima semana. Sucesso!

Prof. Engº Msc. José Fernando Fonseca.
www.josefernandofonseca.com.br

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Que marcas nós deixamos?

Ola! Tudo bem? Nesta semana faço o convite para refletirmos a respeito da liderança que cada um de nós exerce em seu dia a dia, através da nossa postura e principalmente analisar quais são as marcas que deixamos por onde passamos nas pessoas que convivemos.

As pessoas lembram-se das marcas que deixamos, assim devemos ter cuidado com elas, nosso propósito é buscar sempre marcas positivas na vida das pessoas, e aprender que a nossa palavra tem poder, assim, podemos construir ou destruir e esta diferença é apenas uma opção se as palavras que saem de nossa boca serão “bem ditas” ou “mal ditas”.

Uma postura muito importante que devemos desenvolver neste processo é a capacidade de perdoar, pois o perdão tira o ódio e muitas vezes destruímos relacionamentos pela falta de equilíbrio emocional, outro aspecto relevante a ser considerado é o fato de que as pessoas que tem a capacidade de perdoar, sempre são admiradas e respeitas, pois só os humildes perdoam.

“O perdão é a mãe das virtudes e é um atributo dos fortes, nossos olhos estão na frente, assim não olhe para trás, perdoe”
(Ghandi)

As marcas deixadas dentro dos relacionamentos estão diretamente ligadas à capacidade, ou a falta desta capacidade, associadas às seguintes características:


* Paciência à Autocontrole, muitas vezes a falta deste autocontrole está associado ao fato de esperarmos das outras pessoas reações similar as nossas, outra característica é a nossa incapacidade de respeitar e aceitar as diferenças, buscando o melhor de cada um;
* Gentileza à dar atenção, ouvir bem as pessoas, valorizá-las, ou seja, reconhecer o outro e ser gentil e receptivo;
* Humildade à ser autêntico, sem orgulho, sem arrongacia (“cheio de si”), ao invés disso reconhecer seu papel de servir. “ser humilde não é pensar menos de si mesmo e sim pensar menos sobre si mesmo”;
* Respeito à tratar os outros como importantes, dar valor as pessoas, cuidado tratar bem seu superior necessariamente não tem haver com este contexto, se você quer saber se respeita as pessoas, repare na maneira que você trata, por exemplo, um garçom, ou um atendente de uma loja em seu dia a dia;
* Altruísmo à ir ao encontro das necessidades dos outros, é importante entendermos que para realizar esta característica necessitamos de um alto nível de desprendimento, pois vivemos numa cultura do eu primeiro, esquecemos que quando ajudamos as pessoas sempre somos diretamente beneficiados com nosso ato. “Quer ser feliz? Ajude as pessoas a ser felizes” (Roberto Shinyashiki);
* Perdão à capacidade de não manter ressentimento quando for e estiver sendo injustiçado, de acordo com a citação acima de Ghandi o perdão é um atributo dos fortes;
* Honestidade à não querer levar vantagem e responsabilizar-se;
* Compromisso à ser fiel as próprias opções.


Pense nisso. Tenha uma ótima semana. Sucesso!

Prof. Engº Msc. José Fernando Fonseca.
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Qualidade

Nesta ultima semana de janeiro de 2010, sugiro uma reflexão sobre o termo Qualidade. O que é termos qualidade? Será que entendemos o que representa a qualidade em nosso cotidiano? Esta reflexão com certeza nos levará a valorizarmos mais nossas atitudes do cotidiano, efetuando uma análise verificamos que o conceito de qualidade está diretamente associado ao conceito de satisfação e bem estar, desta maneira, ficam as seguintes perguntas:

Será que estamos preocupados com a qualidade de nossas ações? Temos a consciência que elas geram o ambiente em nossa volta?

Segundo Bill Hewlett, fundador da Hewlett-Packard (HP):

“Homens e mulheres desejam fazer um bom trabalho. Se lhes for dado o ambiente adequado, eles o farão.”

É comum nos depararmos com pessoas no dia a dia do trabalho que realizam suas funções profissionais apenas por obrigação, pois não estão satisfeitos com seu trabalho, estão descontentes com os resultados, ou até não tem perspectivas profissionais, muitos nem se quer sabem qual a sua missão, ou seja, qual o seu papel dentro da organização, assim é fato que este profissional provavelmente não terá qualidade na execução desta atividade.

Nesta etapa de nossa reflexão afirmo sem medo de errar que a qualidade nas organizações, bem como a qualidade do ambiente de trabalho se inicia na capacidade dos líderes, desta maneira, a falta de perspectivas, a falta de motivação no trabalho, está diretamente relacionado à falta de qualidade, pois insatisfeito o funcionário não tem o mesmo foco e dedicação.

Quando buscamos algo, e queremos realizar um trabalho, temos uma atenção focada na realização do mesmo, ou seja, esta é a busca da satisfação profissional através da realização de um trabalho bem feito gerando a satisfação do cliente.

Analisando estas afirmações ficam as seguintes perguntas: - Qual é a qualidade de nossas ações? - Quando realizamos algo tanto pessoalmente quanto profissionalmente, aquela ação nos realiza?

Se nossa resposta for positiva com certeza nos empenharemos em sua realização, na busca da excelência, pois esta é a verdadeira essência da qualidade.

Pense nisso. Tenha uma ótima semana. Sucesso!

Prof. Engº Msc. José Fernando Fonseca.
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O que eu vejo no espelho da vida?

Nesta semana onde estamos vivenciando o início de 2010, sugiro uma reflexão profunda utilizando a citação abaixo, sobre o quanto nós nos conhecemos, e qual a nossa capacidade de encararmos nossas limitações sem que isso abale a confiança em nós mesmos.

“ A vida é um espelho. Reconhecer-se nele é o primeiro objetivo em que se empenha cada um de nós.” (Nietzsche)

Quantas vezes já paramos para pensar e analisar que imagem que reconhecemos em nosso espelho? Este pensamento nos remete a reflexão sobre a nossa dificuldade de acreditar em si, pois sabemos que o homem é limitado pela sua capacidade de acreditar em si.

Como nós nos reconhecemos neste espelho? Será que a falta de auto-estima presente em muitas pessoas não está na incapacidade de enxergar-se de maneira adequada neste espelho? Como reagimos ao enxergarmos nossas limitações? Elas nos trazem uma sensação de desânimo e com isso nos desencorajamos? Ou reconhecê-las nos faz fugir da realidade e fingir que elas não existem com medo das mudanças, ou até por arrogância de nos acharmos bons demais para termos defeitos e com isso preferimos culpar os outros por esta análise e não assumimos o que deve ser melhorado?

Vocês já repararam como os acontecimentos são interpretados de maneiras distintas dependendo da predisposição de cada um em recebê-los. Por isso que dizemos que o importa não é o que acontece e sim como reagimos aos acontecimentos. A frase a seguir do grande Machado de Assis nos ajuda a refletir a respeito.

“Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinhos, há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!” (Machado de Assis)

Na vida existem dois tipos de pessoas: Os que passam a vida toda reclamando e culpando os outros pelo seu fracasso; Os que ao invés de reclamar, utilizam os problemas como oportunidades de buscar o seu desenvolvimento profissional e pessoal. O que você busca em sua vida, achar problemas na beleza dos desafios, ou desafiar os problemas na busca do aprender, crescer e mudar? Pense nisso.

Tenha uma ótima semana. Sucesso!

Prof. Engº Msc. José Fernando Fonseca.
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Não seja escravo de si mesmo!

Ola tudo bem com vocês? Nesta segunda semana do ano sugiro uma reflexão sobre nós mesmos, já perceberam que muitas vezes só fazemos o que queremos do jeito que queremos na hora que queremos e nos tornamos escravos de nós mesmos e até invertemos a prioridade das coisas em função de nosso egoísmo?
Por que será que não percebemos que o verdadeiro foco não é fazer o que eu quero e sim fazer o que for necessário e preciso?
Por que não enxergamos que o correto nem sempre é o que queremos e que o necessário nem sempre é o mais prazeroso?
Muitos procuram atalhos e caminhos mais fáceis em busca do sucesso e não percebem que com esta atitude de fuga dos desafios, se tornam fracos, inseguros, assim não aceitam a opinião dos outros e se tornam escravos de si mesmos, pois tem medo de outras opiniões e desta maneira o que conseguem na verdade é deixar o sucesso cada vez mais distante de si.
Devemos ser livres, vocês concordam que a liberdade nada mais é que a capacidade de desenvolver as nossas atitudes em busca do Ser, ou seja, nossa verdadeira essência, a pessoa livre não é presa as suas convicções de conquista numa busca doentia pelo Ter.
Ao analisarmos a firmação acima, verificamos que esta fuga do Ser em função da necessidade do Ter, muitas vezes é provocada pelo medo e pela insegurança, como citado anteriormente. Muitos buscam estes atalhos, pois se acham incapazes de Ser e acreditam que a busca pelo Ter é o atalho que os levará ao sucesso. No entanto se esquecem que para alcançarmos o sucesso, primeiro devemos Ser para depois podemos Ter e valorizar o que temos, e é desta maneira que não vivermos como escravos em função do Ter, do poder, esquecendo-se do ser.
A verdadeira autoridade esta na capacidade de agregar as pessoas e de ouvir a todos, sem a necessidade de ser sempre o “senhor da verdade”, assim buscando na força das idéias da equipe a evolução e o sucesso, por outro lado a busca pelo Ter apenas é um reflexo da busca pelo Poder, que manda e oprime em função de suas próprias convicções.
Pense nisso. Tenha uma ótima semana. Sucesso!
Prof. Engº Msc. José Fernando Fonseca.
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