segunda-feira, 18 de julho de 2011

Responsabilidade no Relacionamento


Nesta semana sugiro a seguinte reflexão:
Porque algumas empresas investem tanto em tecnologia em aprimoramento técnico e se esquecem do atendimento? Ou seja, dos clientes, mais especificamente das pessoas, pois o atendimento externo é reflexo do ambiente interno.
Esta questão esta basicamente centrada no relacionamento entre as pessoas e ambiente de trabalho gerado dentro de cada setor da organização e mais propriamente de toda organização como um organismo único.
Muitas vezes a própria competição dentro dos departamentos sem a visão sistêmica de que a empresa é um todo e não compartimentada em segmentos que disputam entre si.
Esta responsabilidade do relacionamento nasce na consciência dos líderes, assim como líder devemos estar atentos, pois Gerenciar a si mesmo exige assumir a responsabilidade no relacionamento, e lembrar do exemplo, uma atitude fala mais que mil palavras.
 
“Estar no poder é como ser uma dama.
Se tiver que lembrar às pessoas que você é você não é”.
 (Margaret Thatcher)
 
Esta citação nos faz pensar que quando temos que lembrar aos outros, o que nós somos, significa que verdadeiramente não somos o que pensamos ser, ou seja, não estamos refletindo com nossas ações e postura a imagem que gostaríamos de ter.
É horrível  quando ouvimos a famosa frase:
 
“VOCÊ SABE COM QUEM ESTÁ FALANDO?”
 
Provavelmente a pessoa que utiliza destes recursos nem sabe verdadeiramente quem ela é, pois não tem capacidade de exercer a influência e a autoridade e assim recorre a prática do exercício do poder. Mais uma vez lembramos este infelizmente é o modelo do manda quem pode obedece quem tem juízo.
Assim como sugestão para melhorarmos o relacionamento e o ambiente nas organizações, salientamos os seguintes aspectos:
 
1) Devemos aceitar o fato de que as outras pessoas também são indivíduos. Assim elas também têm suas forças, suas maneiras de fazer as coisas e seus valores;
 
2) Respeitar as diferenças e fazer nas diferença a força do conjunto (Trabalho em equipe);
 
3) Quais são as minhas necessidades de melhoria?
 
4) Como o desenvolvimento do meu trabalho pode ajudar no desenvolvimento da organização e das pessoas?
 
Pense nisso. Tenha uma ótima semana. Sucesso!
 
 
Prof. Engº Msc.  José Fernando Fonseca.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Verdadeiramente SER!


Nesta semana, sugiro que façamos uma reflexão sobre nossa postura perante nossa equipe de trabalho, nossa família e nossa sociedade. Será que nos permitimos participar? Será que muitas vezes nós nos afastamos e temos medo de nos expor e com isso não compartilhamos e contribuímos com o que temos de melhor?
Para esta reflexão sugiro:
 
Parábola do Potes (Autor Desconhecido)
 
Dois grandes e belos potes, num canto do quintal, falavam entre si:
- Ah, que tédio! Que vida! Viver aqui, exposto a tudo – sol, vento chuva, calor... Por mais que me proteja, como sobreviverei? Aqui, estou perfeitamente tampado, lacrado, para me proteger, e ainda assim me sinto ameaçado, vazio. Não vejo graça em estar aqui. Tranquilamente retrucava o outro pote:
- Veja, eu me encontro aqui, aberto, nada me protege a boca, ou melhor, o meu interior. Cai a chuva, eu a recebo. Vem o vento, eu o sinto bem dentro de mim. Vem o sol e me leva as gotinhas que retornam para o céu. E nem por isso me sinto ameaçado...
- Ora, grande vantagem! Seu interior não guarda mais a cor original como o meu, sua cor é cada vez mais diferente. Você não é mais o mesmo...
- Sim, e isso me alegra! O meu interior transforma-se a cada dia, à medida que novas coisas me penetram. Posso sentir cada criatura que me visita e cada uma delas deixa algo de si para mim, assim como deixo para elas, pouco a pouco, a minha cor.
- É, mas você não tem mais paz, a todo instante você é solicitado, carregam você todo dia para levar água, ao passo que eu permaneço no meu lugar. Ninguém me incomoda; quando se aproximam, ja sei que é você que eles querem.
- Sim, se me solicitam é porque tenho algo a dar, e o que eu dou não é diferente do que você pode dar.
- Não sei... Se continuar assim, brevemente você será um pote quebrado, gasto, e então, de que adiantará tudo isso?
- Creio que se me desgasto a cada dia é para ser possível levar vida a outros seres. Vejo que o mais importante não é ser um pote intacto tal como fui feito, mas um pote de valor como estou me tornando. Se vou durar pouco tempo, isso não importa; se o pouco que eu viver tiver sentido, trouxer-me alegrias e fizer-me sentir cada vez mais o que é ser pote, isso me basta...
Ja era tarde, quando os dois cansaram de falar. O pote aberto, sentindo-se cansado, logo adormeceu, o que não foi possível para o outro pote; ele não conseguia dormir e vinha a sua mente: (...) Transformar o interior... Paz... Deixar-se encher... Deixar algo de si... Ser pote... Desintalar-se... Ser feliz... Ser útil... Levar alegria!
Na manhã seguinte, enquanto um pote acordava, o outro dormia, porque fora grande seu esforço para tirar a tampa que o acompanhara por tanto tempo.
Será que em várias situações não agimos como o pote tampado para se sentir protegido? Retire sua Tampa.
 
“Hoje, neste tempo que é seu, o futuro está sendo plantado. As escolhas que você procura, os amigos que você cultiva, as leituras que você faz, os valores que você abraça, oa amores que você ama. Tudo será determinante para a colheita futura”
(Padre Fábio de Mello)
 
Pense nisso. Tenha uma ótima semana. Sucesso!

Prof. Engº Msc.  José Fernando Fonseca. 

terça-feira, 28 de junho de 2011

A Importância da Paz Interior.


Nesta semana, sugiro uma reflexão sobre o nosso equilíbrio emocional, ou seja, nossa paz interior, nossa capacidade de aceitar e de administrar as ocorrências do nosso cotidiano, como grandes etapas de crescimento e não como problemas ou punições.
 
“Conta à lenda que um velho sábio, tido como um mestre da paciência era capaz de derrotar qualquer adversário. Certa tarde, um homem conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu com a intenção de desafiá-lo. O velho aceitou o desafio e o homem começou a insultá-lo. Chegou a jogar algumas pedras em sua direção, cuspiu no sábio e gritou-lhe todos os tipos de insultos durante horas. No final da tarde, já exausto e humilhado, o homem se deu por vencido e retirou-se. Os alunos indignados queriam saber como o mestre suportou tantos insultos. O mestre perguntou: - Se alguém vem até você com um presente e você não o aceita de quem é o presente? - De quem trouxe – respondeu um dos discípulos. - Exatamente. O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando eles não são aceitos, continuam pertencendo a quem os trazia consigo.”
 
Esta lenda nos faz refletir a respeito da nossa paz interior, às vezes as pessoas reclamam que não tem paz, porém elas são pessoas que destroem a paz em suas atitudes, com intrigas e fofocas. Sua paz interior depende exclusivamente de você.
As pessoas só podem lhe tirar a calma apenas se você permitir, assim devemos refletir que dentro das relações de trabalho muitas vezes enfrentamos situações de muito stres e muita tensão, e inevitavelmente os nervos ficam a flor da pele, fazendo com que as pessoas percam o controle e isto gera grandes atritos e conflitos nas organizações.
Para evitar estes conflitos devemos sempre em situações como estas deixar para depois a discussão sobre o assunto, pois com as pessoas com a “cabeça quente” a única tendência é que a discussão parta para um embate pessoal e emocional, assim o melhor a se fazer é voltar a se falarem em outro momento, muitos que estão lendo podem estar se perguntando se isso não é fugir dos problemas, porém quero lhe dizer que muito pelo contrario, pois nesta situação de “nervos a flor da pele”, uma discussão só irá piorar as coisas, pois este é um momento de rota de colisão.
Em momentos assim, a paciência e a calma são fundamentais para minimizar os efeitos das acusações, neste ponto quero ressaltar que um dos elementos do caráter do líder servidor é o perdão, ou seja, a capacidade de “não manter ressentimento quando for injustiçado”.
 
Pense nisso. Tenha uma ótima semana. Sucesso!

 
                                                                             
                         Prof. Engº Msc.  José Fernando Fonseca. 

terça-feira, 21 de junho de 2011

Unidade


Nesta semana proponho uma reflexão a respeito da unidade, às empresas hoje em dia têm como principal objetivo a unidade, ou seja, a interação perfeita entre todas as áreas (ser um todo). Assim devemos salientar que a verdadeira unidade está na capacidade de interagir com as diferenças, pois aceitar o igual é simples, porém aceitar, respeitar e aprender com o diferente, ou seja, com as divergências é a grande busca no ambiente coorporativo.
 
Desta maneira sugiro que iniciemos nossa reflexão pelo aspecto individual, pela unidade de cada um de nós indivíduos, muitas vezes as pessoas não conseguem ter unidade e equilíbrio com sigo próprias, desta maneira como vão obter unidade com as outras pessoas? Com certeza não obterão êxito nesta tarefa.
 
Assim será que temos capacidade de equilibrar nossos quatro pontos para tomada de decisão que são:
 
  • O Sentir;
  • O Pensar;
  • O Querer;
  • O Agir.
 
Será que temos o equilíbrio necessário para receber nossos sentimentos, analisá-los pelo pensamento, termos a percepção do querer, ou seja, da nossa vontade, tomando a ação de acordo com a razão, nos capacitando assim para um processo de tomada de decisão maduro e equilibrado. Nosso ser, a nossa unidade é composta pelo sentir, pelo pensar, pelo querer e pelo agir e o processo de tomada de decisão é composto por esta unidade a qual se relaciona entre si.
 
É fundamental entendermos que o complemento está na diversidade, nos completamos com a diferença e não com a igualdade, o igual apenas serve para que possamos acreditar que só existe aquela maneira de ver as coisas, isso é um perigo no processo de tomada de decisão. A capacidade de realização de um bom trabalho em equipe e sua grande valia de seus resultados está exatamente na objetividade de extrair de vários pontos de vistas e opiniões de diferentes pessoas a sinergia para um consenso que contemple uma visão mais ampla e precisa das situações.
 
Pense nisso. Tenha uma ótima semana. Sucesso!
                                                                            
                                                                        Prof. Engº Msc.  José Fernando Fonseca.

terça-feira, 7 de junho de 2011

O Porteiro do Prostíbulo

Havia no povoado pior ofício do que 'porteiro do prostíbulo'.
Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem?
O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha
nenhuma outra atividade ou ofício.
Um dia, entrou como gerente do prostíbulo um jovem cheio de idéias,
criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento.
Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções.
Ao porteiro disse:
- A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar
um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que
entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.
- Eu adoraria fazer isso, senhor. - Balbuciou - Mas eu não sei ler nem
escrever!
- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.
- Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida
inteira, não sei fazer outra coisa. - Olhe, eu compreendo, mas não
posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e
espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.
Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu
como se o mundo desmoronasse. Que fazer?
Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele
a arrumava, com cuidado e carinho.
Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego.
Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.
Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas
completa.
Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias
em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra.
E assim o fez.
No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:
- Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.
- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar ... já que..
- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.
- Se é assim, está bom.
Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:
- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de
ferragens mais próxima está a dois dias de viagem sobre a mula.
- Façamos um trato - disse o vizinho.
Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que
você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?
Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias.... aceitou.
Voltou a montar na sua mula e viajou.
No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.
- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo.
Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus
dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para
mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras.
Que lhe parece?
O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um
alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi
embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: 'não
disponho de tempo para viajar para fazer compras'.
Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse
para trazer as ferramentas.
Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais
ferramentas do que as que havia vendido.
De fato, poderia economizar algum tempo em viagens.
A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo
economizar a viagem, faziam encomendas.
Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e
trazia o que precisavam seus clientes.
Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns
meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão
na primeira loja de ferragens do povoado.
Todos estavam contentes e compravam dele.
Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam seus pedidos.
Ele era um bom cliente.
Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua
loja de ferragens, a ter de gastar dias em viagens.
Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e
pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos.
E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc ...
E após foram os pregos e os parafusos...
Em poucos anos, nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um
rico e próspero fabricante de ferramentas.
Um dia decidiu doar uma escola ao povoado.
Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício.
No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da
cidade, o abraçou e lhe disse: - É com grande orgulho e gratidão que
lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na
primeira página do livro de atas desta nova escola.
- A honra seria minha - disse o homem. Seria a coisa que mais me daria
prazer, assinar o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou
analfabeto.
- O Senhor?!?! - Disse o prefeito sem acreditar.
O senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever?
Estou abismado. Eu pergunto:
- O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever?
- Isso eu posso responder. - Disse o homem com calma.
Se eu soubesse ler e escrever... ainda seria o
PORTEIRO DO PROSTÍBULO!!!

Geralmente as mudanças são vistas como adversidades.
As adversidades podem ser bênçãos.
As crises estão cheias de oportunidades.
Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto,
procure as janelas.
Lembre-se da sabedoria da água:
'A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna'.
Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou
pequenas, o importante é comemorar cada uma delas.
Quando você quiser saber o seu valor, procure pessoas capazes de
entender seus medos e fracassos e,
acima de tudo, reconhecer suas virtudes.

Isso realmente é verídico, contado por um grande industrial chamado.........
Sr. Tramontina ...

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Pensamentos de Paulo Coelho


Olá tudo bem como vocês? O tempo voa já estamos na metade do ano! Para nossa reflexão semanal sugiro alguns pensamentos retirados no livro Ser como um rio que flui – pensamentos e reflexões de Paulo Coelho. Nesta obra ele faz algumas provocações, as quais trago para reflexão:
 
“TODOS OS HOMENS SÃO DIFERENTES. E devem fazer o possível para continuar sendo.”
É muito comum em nosso dia a dia encontramos pessoas que fingem ser o que não são para apenas agradar aos outros, desta maneira problemas são evitados e conflitos não são esclarecidos. Devemos ser nós mesmos e respeitar os outros como eles são, pois a equipe de trabalho nos possibilita a concentração de energia e de foco com várias maneiras de perceber as mesmas situações através da diversidade de opiniões.
 
“A todo ser humano foi dada uma virtude: a capacidade de escolher. Aquele que não utiliza esta virtude a transforma em uma maldição e os outros escolherão por ele.”
Nossas escolhas são responsáveis pelos resultados que obtemos, pois nossas decisões são feitas de escolhas e os resultados dependem de nossas decisões. Esta é uma virtude fundamental para o nosso sucesso, nosso desenvolvimento pessoal e profissional, pois primeiro temos que ser para depois podermos ter.
 
“Todo ser humano tem o direito a duas bênçãos, a saber: a bênção de acertar e a bênção de errar. No segundo caso sempre existe um aprendizado que o conduzirá ao caminho certo.”
A grande sabedoria não está na capacidade de nunca errar, e sim na capacidade de aprender com os erros e tirar lições para o desenvolvimento e crescimento que eles nos proporcionam.
 
“Amaremos nossos inimigos, mas não faremos alianças com eles. Foram colocados em nosso caminho para testar a nossa espada, e merecem o respeito de nossa luta.”
Este pensamento intrigante nos ensina que devemos respeitar as pessoas, porém as decisões estratégicas devem ser confiadas aos nossos aliados e não aos inimigos, trazendo esta reflexão para o mundo corporativo este pensamento nos mostra que jamais deveremos falar mal de nossos concorrentes, sempre mantendo nossa ética independente dos outros.
 
“Tudo que é feito no presente afeta o futuro por conseqüência, e o passado pro redenção.”
Este pensamento no faz refletir sobre a importância do momento presente, pois o presente é que define o futuro e que pode nos dar a redenção de falhas cometidas no passado nos possibilitando um aprendizado constante.
 
Pense nisso. Tenha uma ótima semana. Sucesso!

Prof. Engº Msc.  José Fernando Fonseca.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Quem Gosta Usa e Quem Ama Cuida!


Nesta semana sugiro uma reflexão no mínimo intrigante a respeito do gostar e do amar. Grandes líderes nos ensinam ao longo da história que devemos amar as pessoas, e que isso não significa ser amigo delas e muito menos praticar a licenciosidade (Ser bonzinho).
 
Segundo James Hunter, a atitude de amar as pessoas, não é dar a elas o que elas querem e sim o que elas precisam, ou seja, cuidar do crescimento e desenvolvimento delas. Essa sensibilidade é que diferencia grandes líderes e faz com que eles sejam admirados por suas equipes.
 
Já observaram que quando amamos nós cuidamos, utilizando este pensamento com os ensinamentos de James Hunter sobre relacionamento humano concluímos que Amar é a capacidade de servir as pessoas, ou seja, dar a elas a atenção necessária para que elas possam retribuir.
 
Assim as pessoas que não são capazes de desenvolver este amor, ou seja, não são capazes de estar ao lado das pessoas preocupadas com o desenvolvimento de cada um, não conseguem pensar no todo, na equipe, no ambiente e apenas pensam de maneira egoísta, em si mesmas, neste caso podemos dizer que estas pessoas não amam e sim gostam. Gostam dos benefícios e conveniências do momento, desta maneira apenas usam daquelas situações em proveito próprio e não estão preocupadas com o todo e sim consigo mesmas.
 
Será que Amamos nosso trabalho, e as pessoas que estão a nossa volta? (Cuidamos), ou;
 
Apenas Gostamos (Usamos) e aproveitamos das situações e das pessoas de maneira egoísta e mesquinha?
 
Pense nisso. Tenha uma ótima semana. Sucesso!
 
Prof. Engº Msc.  José Fernando Fonseca.